Edificação precisa de reforma em diversos pontos. Ministério Público deu um prazo de 30 dias para que Governo do Estado encaminhe a obra.

Foto: Amanda Garcia Ludwig

Foto: Amanda Garcia Ludwig

A escola estadual Irmã Edviges, localizada no bairro Mina União, em Criciúma, vem trabalhando nos últimos meses em condições precárias, o que acarreta riscos aos alunos e aos funcionários do local. A edificação existe desde a década de 80 e nunca passou por uma reforma. O local não tem alvará de funcionamento, e tanto a Vigilância Sanitária quando o Corpo de Bombeiros alegaram que a escola não tem condição de habitabilidade.

O professor de Educação Física, Márcio da Silva, que trabalha há 24 anos no local, explica que diversos pontos precisam ser reformados. O ginásio de esportes, por exemplo, não tem banheiros para os alunos. “Existe, ainda, uma fissura no telhado da biblioteca, e dos laboratórios de ciências e informática. Existe o risco de que tudo desabe a qualquer momento”, afirma o professor.

Ainda assim, alunos do 1º ano do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio frequentam o local regularmente para assistir às aulas. A escola tem, atualmente, cerca de 650 alunos matriculados. A escola pede, ainda, conforme Márcio da Silva, uma lombada ou um redutor de velocidade na via em frente à instituição. “Nossos alunos correm o risco de atravessar por aqui, pois os carros passam rápido. Estamos pedindo essa providência há 15 anos”, reclama.

O Ministério Público de Santa Catarina (MPSC) recomendou à Gerência Regional de Educação (Gered) de Criciúma que inicie a reforma e a adequação sanitária e estrutural da escola imediatamente. O promotor Mauro Canto da Silva divulgou o pedido no blog da 8ª Promotoria de Justiça de Criciúma a recomendação. O prazo para início das obras é de 30 dias. Em caso de descumprimento, o MPSC deve tomar providências legais para a proteção dos interesses dos alunos.

Fonte: Engeplus

Prado Assessoria: Canal de Noticias